segunda-feira, 29 de julho de 2013

20 Curiosidades sobre o Fusca

O Fusca foi o primeiro carro fabricado pela empresa alemã Volkswagen. Seu nome original era KDF (Kraft Durch Freude, que significa "Força através da alegria").

O primeiro protótipo do Fusca foi produzido por Ferdinand Porsche, fundador da famosa marca de automóveis esportivos Porsche. Quem deu o aval para a produção foi ninguém menos que o ditador alemão Adolf Hitler.

A pedido de Hitler, engenheiros alemães desenvolveram novos automóveis para ajudar nos esforços de guerra da Alemanha. Um deles se chamava Schwimmwagen e era uma espécie de fusca anfíbio.

O primeiro lote de Fuscas chegou ao Brasil em 1950. Fabricados na Alemanha, as 30 unidades foram importadas pela família Matarazzo.

Os primeiros Fuscas produzidos no Brasil não eram montados pela Volkswagen, mas por uma empresa chamada Brasmotor, que importava as peças e montava o automóvel.

Foi a bordo de um Fusca preto que o ex-presidente Juscelino Kubistchek inaugurou a primeira fábrica da Volkswagen no Brasil, em 1957.

O Fusca é o automóvel que ficou mais tempo em produção no mundo todo. Os primeiros protótipos foram fabricados em 1934 e os últimos, em 2003. O último modelo foi produzido no México. O problema é que ele está prestes a perder esse posto para a Kombi.

Você sabe quantas peças são necessárias para a produção de um Fusca? Acredite, dependendo do modelo, são de 5.000 a 7.000 peças.

Quer remover o motor do Fusca? Basta soltar (apenas!!) quatro porcas que o fixam ao câmbio. O motor do carrinho não possui suportes próprios.

Por falar nisso, você sabia que o Fusca foi um dos poucos modelos de automóvel na história que nunca teve recall?

O Fusca é o carro fora de linha mais emplacado do Brasil.

O nosso Fusca é chamado em Portugal de Carocha. Já nos Estados Unidos, ele é popularmente conhecido como Beetle. Veja outros nomes ao redor do mundo:
Boble (Noruega)
Volta (África do Sul)
Kodok (Indonésia)
Brouki (República Tcheca)
Peta (Bolívia)
Baratinha (Cabo Verde)
Cucarachita (Guatemala e Honduras)
Escarabajo (Venezuela)
Garbus (Polônia)

O Fusca foi protagonista de um filme dos estúdios Disney chamado Se Meu Fusca Falasse (The Love Bug, em inglês), de 1968. O filme teve uma nova versão em 2005 intitulada Herbie – Meu Fusca Turbinado. Aliás, o nome do Fusca era Herbie.

O Fusca voltou a ser produzido em 1993 no Brasil a pedido do ex-presidente Itamar Franco, que concedeu incentivos fiscais. Só houve um problema: a vendas não deslancharam e a Volkswagem foi obrigada a interromper a produção em 1996.

Segundo a Federação Brasileira de Veículos Automotores, existem 76 clubes de Fusca no Brasil, a maioria na região Sudeste.

O cantor Almir Rogério estourou nas paradas de sucesso brasileiras com uma música chamada Fuscão Preto. O hit foi gravado em espanhol e inglês e até inspirou um filme com ninguém menos que a apresentadora Xuxa no elenco.

A pecinha responsável por esguichar água no para-brisa do Fusca era continuamente roubada nos anos 60 para… acredite se quiser, servir de anel! A moda do anel Brucutu (era assim que ele era chamado) foi inspirada por Roberto Carlos e pela turma da Jovem Guarda.

O apelido Fusca nasceu da dificuldade do brasileiro de pronunciar Volks. Ele pronunciava o V com som de F, ficando Folks, que a sabedoria popular entendeu como Fusca.

O sucessor do Fusca é o New Beetle, carro que é sucesso de vendas nos Estados Unidos e em diversos países.

Você sabia que 20 de janeiro é Dia Nacional do Fusca?

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Fórmula Vee - VW disfarçado em carro de corrida

A Fórmula Vee foi pensada para que o piloto possa montar seu carro por conta própria. O mono posto está sendo comercializado em duas configurações. Uma é a mais básica (R$ 3.800) e conta apenas com o chassi, caixa de direção e os apoios de motor e câmbio. Nessa condição, o piloto pode adquirir toda a parte mecânica separadamente e mandar fazer peças específicas como, por exemplo, banco, carenagem e pedais. Já a outra opção é um kit com 80% do carro pronto, restando apenas à colocação de motor, câmbio, suspensão dianteira, amortecedores, molas traseiras, rodas, pneus, cinto e instrumentos, que deverão ser analógicos. Esse conjunto sai por R$ 8.800. Se o cliente quiser fazer a carenagem por conta própria, ele sai por R$ 6.100 (a carenagem fica em R$ 2.700).



Detalhes construtivos
- Chassis em aço carbono 1020, tubos retangulares de 2 mm, quadrados de 1,5 mm e circulares para o arco de proteção ("santantônio") e painel de 3,5 mm
- Chassi desenhado em computador e soldado com solda Mig
- Assoalho e parede corta-fogo em alumínio de 1,5 mm
- Tanque de combustível em forma de pirâmide truncada em alumínio de 2 mm de espessura e pescador e respiro superiores vedados, alojado atrás do piloto.
- Pedaleira regulável para permitir estaturas de piloto diferentes, usando dois cilindros-mestres para freio com balancim para regulagem das forças de frenagem dianteira e traseira, e um cilindro-mestre para a embreagem.
- Trambulador especialmente projetado para usar apenas uma junta universal (na realidade são duas, mas a de trás não tem função de desviar movimento, é apenas ligação).
- Câmbio de 4 marchas e ré, com relações originais VW.
- Caixa de direção de alumínio usinado com pinhão e cremalheira de aço, com uma volta entre batentes (meia-volta para cada lado). A caixa se acopla em dois terminais de Fiat Uno que se combinam com barra e terminais de VW.
- Apoios de motor e câmbio reguláveis (não são usados coxins) e são 4 apoios: um no parafuso atrás da bomba de óleo, os 2 normais no câmbio na carcaça de embreagem e o traseiro do câmbio propriamente dito.
- Coluna de direção de Fiat Uno, tem suportes para fixar e regular a distância.
- Banco em compósito de fibra de vidro com apoio para os ombros
- Motor 1600 a etanol com comando de válvulas de Kombi a injeção e taxa de compressão livre, não sendo permitido preparar nada, exceto aliviar o volante em até 2 kg e balanceá-lo.
- Carburadores Solex 32 originais com difusor de 22 mm (feito intencionalmente para limitar potência)..
- Bomba de óleo original de maior fluxo com saídas na carcaça, não é permitido usar bomba de circulação.
- Obrigatória a fixação das tampas de válvulas por prisioneiros e porcas e a haver tubo de ventilação.
- Balancins originais.
- Cabeçotes originais, de duas entradas, podendo ser apenas rebaixados para aumento da taxa de compressão.
- Permitido radiador de óleo externo.
- Amortecedores dianteiros de Fusca ou Chevette, podendo ser preparados.
- Freios dianteiros a disco originais do Fusca/Brasília
- Freios traseiros a tambor originais do Fusca e Brasília
- Suspensão traseira usando amortecedores e molas de Honda Twister.
- Entre eixos de 2.220 mm e cáster de 7,5 graus. Bitola dianteira 1.316 mm e traseira, 1.355 mm.
- Carenagem em compósito de fibra de vidro acabada em gel coat branco dispensando pintura; permitido apenas adesivar.
- Rodas de aço 6Jx15 fabricadas pela Rodabrás, modelo Fusca Mexicano/Porsche com 10 furos.
- Os pneus são todos comprados no mesmo lugar e marcados, têm que ter 4 mm de profundidade de sulco no mínimo.
- Escapamento 4em 1








sábado, 6 de julho de 2013

Baja - VW ar Off Road

Baja é o nome de um tipo de modificação feita sobre o chassis geralmente do Fusca mas pode ser de outro da familia VW ar, basicamente mantendo a carroceria original, porém trocando os pára-lamas e outras partes por versões mais leves e menores, em fibra de vidro. O termo Baja geralmente designa um Volkswagen ar modificado para rodar em dunas de areia, praias ou circuitos off-road.
Os Baja se originaram no sul da Califórnia, EUA, no início dos anos 70, como uma resposta mais barata aos bem-sucedidos Buggys de meados dos anos 60, especificamente o Meyers Manx (quase todos igualmente baseados na mecânica VW). O nome vem provavelmente da corrida Baja 1000, criada nos anos 60.