segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Fusca Série Prata




Esta série foi muito breve e foram produzidos somente 100 exemplares. Ele vem com acabamentos mais fino e muito diferenciado. Os bancos em tons de cinza lembram muito os bancos do antigo VW Santana. No painel o destaque vai para as partes pintadas em prata como a tampa do porta luvas, e grade de ventilação junto ao velocímetro. O volante também se destaca trazendo o nome da série. As portas tem um acabamento refinado e os para-choques são pintados na mesma cor do veículo, igual ao modelo mexicano. 







Olhando por fora, talvez até dê para confundir — só o adesivo “S Prata” na traseira e as lanternas “Fafá” bicolores o diferenciam de qualquer outro Fusca. Por dentro, porém, não há dúvida: O   Série Prata veio com o mesmo volante do Passat, detalhes em prata no acabamento e forração em veludo. O Manual do Proprietário também é exclusivo da série especial.



terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Refrigeração VW Ar



No mercado automotivo o uso deste sistema não se estendeu por muito tempo, apenas algumas marcas como Porsche e Volkswagen foram mais longe em seu uso. Este sistema tem como maior característica sua simplicidade. Não há circulação de água dentro do motor, o arrefecimento é realizado pelo fluxo de ar que passa por ele durante o deslocamento do veículo. A temperatura de funcionamento em motores arrefecidos a ar é maior que em motores arrefecidos a água, por sua vez o óleo lubrificante acaba por ter um importante papel na troca de calor com componentes internos, o que motivou o uso de óleos de qualidade e radiadores de óleo para esses motores. Aletas usinadas no cabeçote garante maior área de contato com o fluxo de ar e assim um melhor arrefecimento. Embora estes motores atinjam sua faixa de temperatura de trabalho mais rapidamente, em situações de baixo ou inexistente fluxo de ar, como paradas em marcha-lenta ou subidas muito longas, o arrefecimento ficaria comprometido. Isso não ocorre devido ao uso de uma ventoinha, que vem montada no alternador ou gerador, garantindo o fluxo de ar necessário para o motor.





Desta maneira da para entender perfeitamente o movimento que o ar faz quando desliza pela parte superior  e inferior do fusca.Fica mais fácil de entender porque não se deve abrir a tampa embaixo com o objetivo de refrigerar o motor
 

Parte do calor não aproveitado é eliminada com os gazes de escapamento e outra parte é dissipada através das paredes dos cilindros e dos cabeçotes, que são providas externamente de aletas, cuja finalidade é aumentar a superfície de irradiação. Os cilindros e cabeçotes são envolvidos por chapas de folha denominadas “camisas de ar”, que canalizam a corrente de ar forçada pela ventoinha para as partes mais aquecidas do motor. A ventoinha é montada no eixo do induzido do dínamo e se aloja em uma carcaça, dentro da qual se encontra também o radiador de óleo do sistema de lubrificação do motor. Também a carcaça da ventoinha é provida internamente de pequenas chapas defletoras da corrente de ar.



Cuidados com o sistema. — A única atenção requerida pelo sistema é o ajuste eventual da tensão da correia do dínamo, em cujo eixo se encontra montada a ventoinha. 

Sistema de ventilação forçada

Fusca mais antigo ainda rodando

E um modelo Käfer 1942 do alemão Otto Weymann O carro de Otto Weyman começou sua vida como um destes veículos militares. De acordo com ...